Dr. Filipe Fernandes
Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento
Psiquiatra Infantil
Sinais de que seu bebê pode ter Transtorno do Espectro Autista (TEA)

É importante lembrar que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem fazer toda a diferença no desenvolvimento da criança
Não compartilha atenção
Não acompanha quando o cuidador aponta para um brinquedo. Não aponta para mostrar algo que quer compartilhar.
Não faz gestos sociais
Dar tchau, mandar beijo ou levantar os braços para ser pego.
Não responde ao próprio nome antes de 12 meses
Um dos principais sinais que indicam necessidade de avaliação.
Faz pouco contato visual e expressões faciais
Não busca o olhar do cuidador para regular interações, pouca expressão facial.
Apresenta alteração sensorial
Reações incomuns a sons, luz, toques ou texturas.
Perde habilidades já adquiridas
Balbucio, palavras, resposta ao nome, contato visual, interesse por interações, uso de gestos.
Dr. Filipe Fernandes
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Sou psiquiatra da infância e adolescência e tenho experiência no diagnóstico e tratamento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Psiquiatra Infantil
Sinais de que crianças pequenas podem ter Transtorno do Espectro Autista (TEA)

É fundamental frisar que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) se manifesta de formas diferentes em cada criança
Dificuldades na comunicação social
Não compartilhar interesses, não inicia interações, brinca sozinho, não faz brincadeiras de faz de conta.
Linguagem e movimentos atípicos
Ecolalia, inversão pronominal ou fala monótona. Movimentos repetitivos (balançar o corpo, bater as mãos).
Interesses restritos
Fixação intensa por temas específicos (letras, números, trens).
Rigidez comportamental
Dificuldade com mudanças de rotina (crises de irritação).
Alterações sensoriais
Hipersensibilidade a sons, texturas e luzes. Fascinação por cheirar, lamber ou olhar padrões visuais.
Dr. Filipe Fernandes
Perguntas frequentes sobre Transtorno do Espectro Autista (TEA): tire suas dúvidas

Lembre-se que este conteúdo não substitui a avaliação de um profissional. Se você suspeita que seu filho possa ter Transtorno do Espectro Autista (TEA), agende uma consulta comigo para um diagnóstico e tratamento adequados.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por dificuldades persistentes na comunicação e interação social, além de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades.
Esses sintomas estão presentes desde o início da infância e impactam significativamente o funcionamento e desenvolvimento do indivíduo. O termo “espectro” reflete a ampla variação na apresentação e severidade dos sintomas entre as pessoas afetadas, necessitando assim de uma abordagem individualizada.
Os sinais do TEA variam em intensidade e manifestação, mas geralmente incluem dificuldades na comunicação e interação social, como desafios na reciprocidade socioemocional, déficits em comportamentos comunicativos não verbais e dificuldades no desenvolvimento e manutenção de relacionamentos.
Além disso, pessoas com TEA frequentemente apresentam comportamentos e interesses restritos e repetitivos, que podem incluir movimentos motores estereotipados, inflexibilidade a rotinas, interesses fixos com intensidade anormal e reatividade disfuncional a estímulos sensoriais.
O diagnóstico do TEA é primariamente clínico, baseado em uma avaliação abrangente que inclui observação comportamental estruturada, histórico detalhado do desenvolvimento e avaliação multidisciplinar envolvendo profissionais como psiquiatras, psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.
O diagnóstico é feito de acordo com os critérios estabelecidos pelo DSM-5 ou CID-11. É importante notar que não existem biomarcadores, testes neuropsicológicos ou exames laboratoriais específicos para o diagnóstico do TEA.
Os sintomas do TEA geralmente são evidentes antes dos 3 anos de idade, embora um diagnóstico confiável possa ser feito a partir dos 18-24 meses em muitos casos. A idade média de diagnóstico varia globalmente, mas há um crescente esforço para promover o diagnóstico precoce, dada a importância da intervenção precoce para melhores resultados a longo prazo.
Atualmente, o TEA não tem cura conhecida. No entanto, é crucial entender que intervenções precoces, adequadas e personalizadas podem melhorar significativamente o desenvolvimento, funcionamento e a qualidade de vida das pessoas com TEA.
O tratamento do TEA é individualizado e multidisciplinar, adaptado às necessidades específicas de cada pessoa. Pode incluir intervenções comportamentais como ABA (Análise do Comportamento Aplicada), fonoaudiologia, terapia ocupacional, intervenções psicoeducacionais, suporte familiar e treinamento parental.
Em alguns casos, a farmacoterapia pode ser utilizada para insônia, agressividade e tratamento de comorbidades associadas.
As terapias desempenham papéis cruciais no tratamento do TEA. A terapia comportamental foca no desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e adaptativas, além de ajudar na redução de comportamentos desafiadores.
A fonoaudiologia visa melhorar as habilidades de comunicação verbal e não verbal, bem como desenvolver as habilidades pragmáticas da linguagem. Já a terapia ocupacional trabalha no aprimoramento de habilidades motoras e de processamento sensorial, visando aumentar a independência nas atividades diárias. Musicoterapia e equoterapia também se mostram como instrumentos terapêuticos.
Os pais desempenham o papel principal no apoio a uma criança com TEA. Isso inclui aprendizado contínuo sobre o transtorno, implementação consistente das estratégias recomendadas pelos profissionais, estabelecimento de rotinas estruturadas, fomento à comunicação e interação social, uso de reforço positivo para comportamentos desejados e adaptação do ambiente para atender às necessidades sensoriais da criança.
Além disso, é importante que os pais advoguem por serviços educacionais e terapêuticos apropriados e estejam atentos à saúde mental familiar, buscando suporte quando necessário.
A pesquisa em TEA é um campo dinâmico e em rápida evolução. Atualmente, os esforços de pesquisa estão focados em várias áreas promissoras, incluindo a identificação de biomarcadores precoces que possam facilitar o diagnóstico ainda mais precoce, o desenvolvimento de intervenções personalizadas baseadas em perfis neurobiológicos individuais, estudos sobre a eficácia de intervenções a longo prazo, investigação aprofundada dos fatores genéticos e ambientais na etiologia do TEA, e pesquisas sobre comorbidades associadas e suas melhores estratégias de gestão.
Além disso, é importante que os pais advoguem por serviços educacionais e terapêuticos apropriados e estejam atentos à saúde mental familiar, buscando suporte quando necessário.
pacientes de 4 a 18 anos
Como o psiquiatra infantil pode ajudar?
Sou psiquiatra infantil e meu trabalho é cuidar da saúde mental de crianças e adolescentes. Posso ajudar seu filho de diversas maneiras, como:

Avaliando o caso
Vou conversar com você e seu filho para entender a fundo o que está acontecendo. Investigarei os sintomas, o histórico de desenvolvimento e outros fatores importantes para ter uma visão completa da situação.
Diagnosticando
Se identificar algum transtorno mental, explicarei o diagnóstico de forma clara e compreensível, para que você entenda o que está acontecendo com seu filho.
Indicando o tratamento
O tratamento pode incluir terapia, medicamentos ou uma combinação de ambos, dependendo da necessidade do seu filho. Vou te apresentar as opções de tratamento e te ajudar a escolher a melhor para ele.
Acompanhando o tratamento
Vou acompanhar de perto o progresso do seu filho e fazer os ajustes necessários no tratamento para que ele tenha os melhores resultados.